mario

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

E viva a cachaça!!


Todo amante da cachaça merece saber.. 

Credo do cachaceiro                                       
"Creio na cachaça boa
Que é pura, imaculada
Um alimento gostoso
Que engorda o camarada
E a qual foi concebida
No alambique e e vendida
Na bodega, engarrafada

Nasceu da puríssima cana
Sofre e foi maltratada
Sob o poder da moenda
E numa cuba derramada
Ali ela padeceu
Ao alambique desceu
Aonde foi sepultada

Na caldeira ela sofreu
E já no terceiro dia
Ressurgiu do alambique
veio quente e ficou fria
Subiu ao céu da boca
E com ansiedade louca
Só bebo em grande quantia

Hoje ela vive na pipa
E há de vir alegrar
Os grandes e os pequenos
Na hora que for tomar
Creio que ela é famosa
 
Porque cachaça gostosa
É um pecado enjeitar

Creio no espírito dela
E na santa safra que vem
Na comunicação dos tragos
E dos pileques também
Na remissão das "bicadas"
Na confusão das "lapadas"
E na ressaca eterna, amém."


Oração do pau d´água
Santa Cana que se extrai da roça, purificado seja o teu caldo. Aguardente sem mistura, venha a nós o vosso líquido, a ser bebida à nossa vontade, assim no boteco como em qualquer lugar. Cinco litros por dia nos dai hoje, perdoai o dia em que bebemos de menos assim como perdoamos o mal que a "marvada" faz. Não nos deixeis cair atordoados e livrai-nos da rádio-patrulha. Amém. Hic!

Hino da cachaça
"Com a marvada pinga é que eu me atrapaio
Eu entro na venda e já dou meu taio
Pego no copo e dali não saio.
Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio
Só pra carregá é que eu dou trabalho, oi lá

A mulher me disse, ela me falô
Largue de bebê, peço por favô
Prosa de muié nunca dei valô
Bebo com sor quente pra esfriar no calô
E bebo de noite é pra fazê suadô, oi lá

Cada veiz que eu caio, caio diferente
Meaço pra trais e caio pra frente
Caio devagar, caio de repente
Vou de currupio, vou diretamente
Mas sendo de pinga eu caio contente, oi lá
Eu bebo pinga porque gosto dela
Eu bebo da branca, bebo da amarela
Bebo no copo, bebo na tigela
E bebo temperada com cravo e canela
Seja quarqué tempo vai pinga na güela, oi lá

Eu fui numa festa no rio tietê
Eu lá fui chegando no amanhecê
Já me deram pinga pra mim bebê
Já me deram pinga pra mim bebê
Tava sem fervê

Eu bebi demais e fiquei mamado
Eu caí no chão e fiquei deitado
E, só fui pra casa de braço dado
De braço dado com dois soldado
Muito obrigado"


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